• Consultas médicas para cães , gatos, pássaros e pequenos roedores • Vacinações para cães, gatos e ferrets • Orientações sobre melhor filhote, comportamento e posse responsável. • Serviços de apoio diagnóstico: realizado em Laboratório de confiança com acompanhamento veterinário e transporte. • Especialidades Veterinárias: Acupuntura, Cadiologia (Ecocardiograma ) Homeopatia, Oftalmologia, Radiologia e Ultrassonografia (serviços tercerizados pela Companhia Canina).
Estética - Banho e Tosa: • Tosas em máquina ou tesoura (com hora marcada) • Banhos com produtos neutros e ortomolecular para tratamento de pêlos e tratamento de pele com produtos específicos ( terapêuticos). • Hdrataçâo , tintura, escovçao de dentes e corte de unhas.
Pet Shop: rações e acessórios para cães, gatos, pássaros, roedores, peixes e tartarugas.
Oito pessoas morreram de leishmaniose, nos quatro primeiros meses do ano, em Belo Horizonte. O número corresponde à metade das mortes de todo o ano passado.
O perigo vem de cães infectados. De janeiro a abril, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, quase três mil cachorros contraíram a doença.
Dois cães e muita preocupação. A boliviana Luisa já perdeu outros dois cachorros vítimas da leishmaniose. Tor e Titi brincam sadios. O dono diz que mantém o quintal limpo. E coleira com efeito inseticida e a planta conhecida como citronela, também foram providências tomadas para tentar espantar os insetos. O mosquito, conhecido como flebótomo, é o transmissor da doença.
Segundo especialistas, ainda não há meios seguros para proteger os cães do protozoário causador da leishmaniose. Coleiras, telas de canil, inseticidas podem até ser úteis, mas não são totalmente eficazes.
Desde julho do ano passado, qualquer tentativa de tratamento feita por veterinários está proibida pelo Ministério da Saúde. A explicação é que a doença no animal não tem cura. Ele pode apenas parar de apresentar os sintomas. Além disso, o protozoário pode ficar mais resistente e dificultar o tratamento de pessoas que possam ser infectadas.
Uma vacina desenvolvida por pesquisadores da UFMG está sendo avaliada e aprimorada. Nos primeiros testes com cães em laboratório, ela apresentou proteção contra o parasita da doença em 70% dos animais. A vacina poderá ser o caminho para a prevenção.
Com base em novos testes, até novembro do ano que vem o Ministério da Saúde deve determinar o uso ou não da vacina. Hoje, a recomendação é sacrificar os cães infectados.
O cão infectado é o hospedeiro do parasita, que pode ser transmitido para o ser humano também pelo mosquito flebótomo. Segundo médicos, a pessoa doente apresenta febre, perda de peso, inchaço no baço e no fígado.
Em 2008, 161 pessoas tiveram leishmaniose em Belo Horizonte, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde. Dezessete morreram. Este ano, até o fim de abril foram registrados 33 casos e oito mortes na capital.
No cão, há vários sintomas da leishmaniose como secreção nos olhos, emagrecimento, perda de pelos e crescimento das unhas. Quem quiser pedir a visita dos agentes da prefeitura pode ligar para 156. Ou procurar as regionais. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, no país, mais da metade dos casos da doença ocorrem em crianças.
Pulgas, carrapatos e outros parasitas que infestam parques, praças e ruas são perigosos transmissores de doenças
É muito bom levarmos nosso cão para passear : bom para o animal e para nós. De acordo com pesquisas recentes os passeios previnem o stress, as doenças cardíacas ,ajudam a manter a forma e também é uma forma de diversão para os cães e os seres humanos.
Mas temos que tomar alguns cuidados quando nos aventuramos nas vias e praças públicas.De modo geral, elas estão a mercê de pulgas e carrapatos que se reproduzem vertiginiosamente.
Oprimeiro sintoma é uma coceira excessiva.
Não é preciso se desesperar. A primeira coisa a fazer é levar seu cão para tomar um banho e passar por consulta de um veterinário para que ele oriente sobre os principais sintomas das doenças que podem ser transmitidas por estes parasitas como, por exemplo, a erliquiose , a babesiose, a dipilidiose e a giardiase, estas duas últimas podem ser transmitidas ao homem.
Algumas doenças que podem ser transmitidas por parasitas e pelas fezes de animais:
Recolher as fezes é uma medida importante de posse responsável e cidadania
Habitue-se a mandar seu cão para o banho a cada 15 dias. Isso previne problemas de pele, como alergias ,seborréia , descamação e coceiracausada por ácaros de poeira,polens e outros alergenos do ambiente que podem danificar sua pele e pelagem.
Vermes são parasitos do trato gastrintestinal e de outros órgãos que causam danos à saúde dos animais e dos homens, existem algumas doenças que são transmitidas do animal para homem que são chamadas de zoonoses. As doenças transmitidas ao homem pelos vermes dos animais, como bicho geográfico ou Larva Migrans Cutânea é causado por larvas do Ancylostoma que causam dermatites e coceiras intensas. A Larva Migrans Visceral causada por larvas de Toxocara se alojam nos olhos e no sistema nervoso central. A Hidatidose Cística causada pelas larvas de Echinococcus causam danos ao fígado, baço e ao sistema nervosos central. A Dipilidiose a contaminação é acidental ao ingerir ovos de pulga contaminada por Dipylidium caninum, os sintomas são dores abdominais, diarréia e perda de peso. Principais vermes de cães e gatos: Áscaris: são encontrados em cães e gatos, principalmente nos filhotes. Toxocara canis(Larva Migrans Visceral), Toxascaris leonina e Toxocara cati. Ancilostomas: Os mais comuns são Ancylostoma caninum em cães e Ancylostoma tubaeforme em gatos. Cestóides: o que comumente infesta cães e gatos é o Dipylidium caninum. Tais animais adquirem a infecção ingerindo pulgas. Os sintomas de um animal com verminose são: apetite inconstante, abdômen abaulado, vômito, cólicas, fezes amolecidas com sangue, presença de vermes nas fezes e no vômito, emagrecimento, pêlos arrepiados, animal arrasta o¨bumbum¨no chão, irritabilidade, podendo apresentar sintomas neurológicos(ataques epiléticos) e levar até à morte. Muitas doenças sistêmicas (a vírus ou bactérias) ou dermatológicas têm insucesso no tratamento devido ao animal estar cheio de vermes. Para controlar as verminoses faça visitas periódicas ao médico veterinário, onde são feitos testes parasitológicos e dependendo do tipo de verme escolherá um esquema adequado de vermifugação. A vermifugação não deve ser feita somente quando o animal estiver infectado. Deve ser instituída uma rotina preventiva. Para canis e gatis isso deve ser uma prioridade. O vermífugo mais apropriado para se usar em filhotes são os vermífugos em forma de suspensão. Recomenda-se uma dose de reforço após 15 dias. O filhote deve ser vermifugado a cada 3 meses. O vermífugo ideal para cães adultos são os vermífugos de amplo espectro, indicado no combate dos principais nematódeos e cestódeos. Recomenda-se uma dose de reforço após 15 dias. O cão adulto deve ser vermifugado a cada 6 meses. As dosagens variam de acordo com o peso dos animais e devem ser indicadas pelo veterinário. A freqüência que devemos vermifugar o nossos cãozinhos depende da idade do animal: Filhotes durante a amamentação e após o desmame, Jovens a cada três meses, Adultos intervalos de três a seis meses, Fêmeas adultas antes do cruzamento e dez dias antes do parto. As medidas profiláticas que devemos tomar além da vermifugação são: recolher as fezes do seu animal, uso de desinfetante no quintal freqüentemente, para eliminar os ovos e vermes que permanecem no ambiente. Higiene dos comedouros e bebedouros diariamente. No caso de infestações pelo Dipylidium caninum é necessário um controle concomitante das pulgas.
Ao adotar ou comprar um animal de estimação, o futuro dono deve levar em consideração muitas questões práticas com que terá de se deparar no decorrer da vida do animal. Um cão não é um brinquedo para crianças, é um ser vivo que exige disponibilidade de tempo, recursos financeiros, espaço e atenção. Outro elemento que deve ser levado em consideração são as características do animal em relação ao comportamento. As muitas raças apresentam diferentes perfis psicológicos, determinando comportamentos que podem ser desejáveis ou não para o futuro proprietário. Cães com grande vigor físico, por exemplo, em geral não se adaptam a espaços restritos ou a pessoas com pouca disponibilidade para passeios. Portanto, ao optar por um cão de raça, é importante que o futuro dono leve em consideração também essas particularidades, não só o aspecto mais aparente da raça. Com os cães SRD, o perfil psicológico pode ser apreendido observando como cada membro da ninhada se comporta individualmente. Dito isso, e pensando nos conceitos de cidadania desenvolvidos nos últimos tempos, podemos pensar numa lista de atitudes que caracterizam a posse responsável. São elas:
1. Leve seu animal de estimação com regularidade ao veterinário. Os cuidados profissionais são importantes na manutenção da saúde do animal.
2. Fique atento às datas anuais de vacinação contra raiva e outras doenças que podem ser evitadas.
3. O veterinário também deve prescrever vermífugos, que devem ser dados regularmente ao animal.
4. Na hora dos passeios, não deixe o animal solto na rua. Ele deve sempre estar acompanhado de uma pessoa que possa contê-lo e estar equipado de coleira, guia e plaqueta de identificação.
5. Estabeleça horários para passeios diários com seu cão, para que ele tenha contato com outros humanos e cães e também para que ele se exercite.
6. Recolha as fezes de seu animal durante os passeios e mantenha o ambiente em que ele vive asseado.
7. Alimente seu cão com ração, pois ela oferece todos os nutrientes necessários para a saúde do seu amigo.
8. Deixe água limpa sempre disponível para seu cão. Limpe o recipiente e troque o líquido com regularidade.
9. Dê banhos regulares no seu cão. O veterinário pode indicar com precisão a regularidade das lavagens.
10. Ofereça atenção e afeto ao seu animal de estimação. Brinque com ele, interaja com o seu cão.
11. Considere a possibilidade de adotar animais que estejam em abrigos públicos ou privados. Informe-se no local sobre as características psicológicas do animal.
12. Adestre o animal, em casa ou com a ajuda de um profissional. Escolas podem ajudar em adestramentos específicos (guarda, guia etc.)
13. Registre seu animal no Centro de Controle de Zoonoses ou em um veterinário credenciado. Mantenha o cão sempre com a coleira e a plaqueta de identificação.
14. Se decidir cruzar seu cão, tenha em mente o que fará com os filhotes. A responsabilidade pela ninhada, por encontrar donos conscientes e responsáveis é, em primeiro lugar, sua.
15. Opte pela castração caso não deseje acasalar seu cão. Descuidos podem gerar ninhadas e problemas para o proprietário que não deseja reproduzir seu animal.
16. No caso de raças com propensão à agressividade ou de cães mais ferozes, tome todos os cuidados necessários para que seu animal não fira pessoas ou outros animais. Muros altos, mantenha os portões sempre fechados, saia com o animal sempre com guia e focinheira, coloque placas avisando que o cão é feroz em lugares de fácil visualização.
Mais do que seguir uma lista de regras predefinidas, o dono consciente e responsável deve sempre levar em consideração que o seu cão é um ser social, que participa da comunidade no qual o dono está inserido. Para evitar inconvenientes, é importante criar condições para que animal e sociedade convivam de maneira sadia, respeitando os seres humanos que dividem espaço com seu cão e, ao mesmo tempo, garantindo a segurança e o bem-estar do animal.
Confira 10 dicas para criar seu bichinho sem ter problemas no apartamento
Vizinho não perdoa! E, claro, ele não abrirá uma excessão para o seu animal de estimação. Para evitar confusões, siga esses passos e garanta seu sossego. Um país como o Brasil, que tem a segunda maior população de animais de estimação do mundo, também é recordista de encrencas entre vizinhos. Afinal, são 54 milhões de animais domésticos, segundo o Ibope, perdendo apenas para os Estados Unidos. E nem todo mundo gosta de animais.
Aqui, para cada seis habitantes, há um cão domesticado, e para cada 16, um gato. Além disso, 59% dos domicílios têm algum animal. Confira, então, algumas atitudes simples que podem colaborar para uma relação harmoniosa entre condôminos e bichinhos de estimação.
Segundo Angélica Arbex, gerente da divisão comercial da Lello Condomínios, dá para evitar problemas para quem tem ou pretende adquirir um animal de estimação. São elas:
1.
Quem pretende comprar um animal deve ficar atento às convenções e ao regulamento interno do condomínio em que reside. A presença de animais deve ser discutida e ter normas claras, definidas neste regulamento.
2.
Caso a convenção de seu condomínio não permita animais, podem ser criados regulamentos para lidar com a "tolerância" aos mesmos. A tendência das convenções dos condomínios recém-formados é permitir animais em suas dependências.
3.
Procure se informar sobre as raças mais adequadas para viver em apartamentos.
4.
É importante que o dono busque orientação de profissionais especializados para educar o cachorro a não latir ao toque da campainha ou interfone.
5.
O jardim do condomínio não é o local apropriado para a toalete dos cães e gatos. Mas, se um "acidente" acontecer, recolha os dejetos do seu bichinho.
6.
Para evitar aborrecimentos, o ideal é criar regras claras de transporte e permanência dos bichos de estimação. O uso do elevador de serviço, com o animal no colo é o mais indicado. Tanto a assembleia geral como o regulamento interno podem determinar essas normas.
7.
Mantenha em dia a vacinação do seu animal de estimação, colaborando com a saúde e bem-estar de todos
8.
Não deixe o animal sozinho por muito tempo dentro do apartamento e realize passeios diários, se possível mais de uma vez ao dia.
9.
Caso precise se ausentar do apartamento por muito tempo, deixe o animal na casa de algum amigo ou parente
10.
Nunca deixe o animal solto nas áreas comuns. Procure sempre andar com a coleira e guia. Mesmo para raças pequenas é importante não deixar crianças "acariciarem" o animal, para evitar reações inesperadas do animal e acidentes.
Uma das questões mais comuns relacionando animais domésticos e a legislação é a possibilidade da permanência ou não de animais em prédios.
Muitas vezes há cláusulas nos regimentos internos de condomínios, proibindo que se tenha animais de estimação nos apartamentos, bem como a circulação destes nas dependências do prédio.
Porém, nos termos do art 19 da Lei nº 4.591/64 "cada condômino tem o direito de usar e fruir com exclusividade sua unidade autônoma, segundo suas conveniências e interesses, condicionadas umas às outras as normas de boa vizinhança" e assim, o proprietário poderá ter seus animais em apartamento, tendo em vista que o Regimento Interno não poderá ter mais valia do que uma Lei Federal.
Ademais, a Constituição Federal brasileira assegura o direito de propriedade em seu art. 5º, XXII, que se trata de cláusula pétrea e portanto não pode ser modificada, ressaltando-se que, desse modo, a cláusula proibitiva de regime interno é nula, pois seu teor é inconstitucional.
Entretanto, há que se ressaltar que a permanência de animal em apartamento não deverá trazer perturbação ao direito de outrem, como por exemplo o ruído excessivo ou perigo à saúde pública, higiene e segurança, pois as normas de boa vizinhança deverão ser mantidas em nome de interesse geral .
Finalmente, o tamanho do animal também deverá ser levado em conta, pois é totalmente incompatível criar-se um cachorro grande (por exemplo um São Bernardo) dentro de um apartamento pequeno, não apenas pelo possível incômodo aos vizinhos, mas também por se tratar de um ato totalmente irracional e de maus-tratos com o animal, que não terá o espaço suficiente para suas necessidades e desenvolvimento, e sendo um ato de posse irresponsável de seu dono.
Referência: Renata de Freitas - Advogada Ambientalista
O controle de vetores também tem sido de grande importância e pode ser feito no ambiente ou nos reservatórios caninos. Ouso de inseticidas de efeito residual nas casas e arredores, aplicação de inseticidas em cães, utilização de colares impregnados com inseticida , tem sido utilizados como medida para controlar os flebótomíneos.
Outra medida é a redução do contato homem-vetor, através do uso de proteção individual tais como utilização de telas, mosquiteiros impregnados de inseticidas além co diagnóstico e tratamento precoce dos casos humanos. O controle de vetores tem contribuídomuito mais para diminuir o numero de casos do que a eutanásia.
No controle da LVC, a utilização de piretroides como a permetrinaem produtos tópicos , spray ou coleira,tem mostrado um efeito repelente á população de flebótomos e o seu uso deve fazer parte do controle em cães sadios assim como aqueles submetidos ao tratamento e também aqueles que estão sendo imunizados.
O combate ao vetor deveria ser a primeira estratégia de controle da leishmaniose visceral humana, seguida pela busca da susceptibilidade, através da melhoria do status nutricional de crianças e da busca de vacinas.